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BREVE HISTÓRICO

O Grupo Energia Sindical que está na direção do SINERGIA, no seu 5.° mandato, tem uma história marcante no cenário sindical de Sergipe e mais especificamente, dentro da ENERGIPE.Criado em agosto de J989, imediatamente após o resultado do pleito que derrotou a Chapa Energia Sindical por 43 votos, o Grupo organizou-se como oposição a direção do então SINTIEESE e de certa forma também desempenhou um papel de sindicato paralelo,durante os 3 anos que antecederam a eleição seguinte.Perseverante e determinado, este grupo conseguiu manter um boletim semanal – o ENERGIA SINDICAL - Oposição Eletricitária, no qual, além de fazer críticas à direção do sindicato, ocupava o espaço deixado pela direção da entidade, com denúncias sobre a empresa. Era uma "direção sindical paralela".Como o SINTIEESE - Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Energia Elétrica do Estado de Sergipe, não era filiado a nenhuma Central Sindical, o Grupo Energia Sindical ocupou também um espaço junto à CUT e com isso conseguiu uma sala para reuniões e apoio na realização de cursos de formação sindical dirigidos ao grupo e também aos demais componentes da categoria eletricitária.Realizando pelo menos uma reunião semanal e com companheiros lotados na maioria dos locais de trabalho, onde a ENERGIPE funcionava, companheiros esses que eram a referência do Grupo no seu local de trabalho, esse grupo conseguiu manter e ampliar a sua arrecadação, o que permitiu que fosse feito um bom trabalho de formação e conscientização da categoria, através dos boletins e dos cursos que foram ministrados durante este período. .Na eleição seguinte, veio o resultado do trabalho desenvolvido. O Grupo foi eleito com diferença de mais de 300 votos para a chapa da situação, liderada na época por Juarez Cavalcante - in memorian.

O GRUPO ANTES DE SER DIREÇÃO

ASSEMBLÉIAS

Antes mesmo de se tornar direção do Sindicato, o Grupo já olhava a participação nas assembléias com bastante responsabilidade; afinal a assembléia se configurava como o fórum de debate no qual a Oposição Eletricitária - Energia Sindical, precisava estar preparada para vencer a direção do SINTIEESE, tendo como participantes efetivos, com direito a voz e voto e também 'jurados ", a categoria eletricitária presente.

Por conta disso, o Grupo se reunia antes de qualquer assembléia, para nivelar opiniões a respeito dos assuntos, propor encaminhamentos ou mesmo propor retirada e/ou inclusões de itens na pauta. Além disso, os componentes do Grupo procuravam sentar perto uns dos outros, para avaliar a todo instante as intervenções que eram feitas pelos presentes, a postura da direção do sindicato, captar o sentimento da categoria e encaminhar propostas para deliberação. Chegava-se ao requinte de decidir qual o melhor momento de fazer a intervenção e qual o companheiro que deveria fazê-la por se sentir mais confiante naquele assunto.

REUNIÕES

Durante 3 anos, o Grupo conseguiu realizar 1 (uma) reunião a cada semana para tratar de assuntos que julgava ser do interesse da categoria. Quando julgava necessário, reunia-se mais uma ou duas vezes, na semana. Como não existia uma “máquina administrativa “para ser conduzida, as reuniões giravam em tomo das matérias que seriam publicadas no boletim e outros assuntos que diziam respeito à categoria eletricitária e ao SINTIEESE”. Durante esse período nenhuma reunião deixou de ser realizada por falta de quorum.

EVENTOS POLÍTICOSE DE FORMAÇÃO

Enquanto Oposição, o Grupo Energia Sindical participou de todos os movimentos reivindicatórios dentro da empresa, sugerindo e tendo as propostas aprovadas pelas assembléias, participando das Comissões de Negociação, dos Comandos de Greve e mantendo os eletricitários informados através do seu boletim. Muitas e muitas vezes, o Boletim Energia Sindical era único, pois o SINTIEESE por desinteresse ou incompetência ou as duas coisas juntas, não emitia o boletim do Sindicato - na época, O AFERIDOR. Com apoio da CUT-SE, o Grupo Energia Sindical conseguiu realizar alguns cursos deformação dos quais participavam os membros do Grupo e também simpatizantes do mesmo.

PONTOS FORTES DO GRUPO

ORGANIZAÇÃO

 Apesar de não existirem cargos hierárquicos oficiais, as funções de Coordenação, Secretaria, Tesouraria e Formação eram desenvolvidas com muita clareza. As ações implementadas durante os 3 anos de oposição, sempre foram baseadas em políticas estabelecidas nos Planejamentos.

COMPROMETIMENTO

Um fator fundamental que acreditamos ter sido determinante para o sucesso do Grupo, foi o nível de comprometimento dos seus membros com relação aos objetivos traçados nos Planejamentos. As tarefas eram distribuídas e todos demonstravam esforço para cumpri-las.

CONFIANÇA

Outro fator importantíssimo era a confiança que cada componente depositava no seu companheiro (a). Não havia espaço para dúvidas. Qualquer discurso ou ação destoante de um companheiro (a) era de imediato questiona a, com muita fraternidade pois havia a - certeza de que existiria uma explicação coerente para aquela ocorrência, sem que jamais pudesse ser a ele atribuída uma conotação de traição ou desonestidade.

POLÍTICA SINDICAL 

A ação sindical permanente, alicerçada nos princípios da CUT tão bem exercitada durante o período de oposição, os encaminhamentos nas assembléias, a preocupação coma Formação Sindical e o empenho para cumprir as promessas de campanha foram marcos do Grupo Energia Sindical na direção do SINERGIA. Três anos depois, a reeleição comum à diferença de mais de 400 votos para a chapa adversária, numa campanha totalmente calcada no trabalho realizado, comparando as promessas feitas e o que realmente foi possível realizar, levou o grupo a uma indiscutível vitória na luta para reeleição. O segundo mandato foi quase todo voltado para a Campanha contra a Privatização do Setor Elétrico, mais especificamente contra a privatização da ENERGIPE, o que, infelizmente foi impossível impedir.

APÓS PRIVATIZAÇÃO

PRIMEIROS MOVIMENTOS

Em dezembro de 1997 a ENERGIPE foi Privatizada. Um novo desafio estava posto para o SINERGIA. Seguiu-se um período de expectativa sobre como seria a nova forma der relacionamento entre Sindicato e Empresa. Diretores da ENERGIPE visitaram, o Sindicato e as conversas acenaram para um ambiente de relacionamento pacífico e de respeito mútuo, até mesmo após a privatização, daí em diante, o nosso nível de mobilização tem aumento nas sucessivas negociações, avanços as conquistas sempre prezando por responsabilidade. 

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